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De palco em palco, Liége foi encontrando sua própria voz e após dez anos de carreira como intérprete, lança seu primeiro EP digital com suas composições. Em quatro faixas podemos conhecer um pouco da cantora e sua personalidade musical  - que não hesita em falar com todas as letras e notas que uma canção precisa para fazer vibrar a alma. 
 
Além de um trabalho inédito que reúne riqueza de ritmos e letras fortes e ousadas. Liége conta para gente um pouco de sua trajetória como artista, porque a cabeleira ganhou espaço especial em seu trabalho e um pouco da rotina de cuidados que vem ganhando espaço lentamente em sua vida - já que dar atenção à feminilidade é algo relativamente novo a ela. Dá uma olhada no bate papo com a cantora:
 
Você acabou de adotar o “Undercut” no visual, um corte bem ousado, como foi esta mudança?
De 2013 pra cá vivi um amadurecimento como mulher e artista. Compreendi melhor minha feminilidade, liberdade e decidi que era hora do visual acompanhar toda essa mudança interna. Procurei o Cassius e estou apaixonada por essa nova Liège, da ponta do dedão do pé até a ponta dos cabelos (risos).
 
No seu EP tem uma música toda dedicada a cabeleira, você nutre um carinho especial aos seus cabelos? Como é esta relação? 
Nunca tive apego com cabelo, sempre relacionei os cabelos ao momento que vivo. Acho que muitas mulheres fazem essa relação também, umas com mais restrições que as outras. Compus a música inspirada em mim e em uma amiga que também estava atravessando um período de mudança na vida e decidiu raspar a cabeça. Ela decidiu e, mais que isso, confiou a mim a missão de raspar a cabeça dela. Então, ela me fez o pedido por mensagem e eu respondi com a música pronta. Juntei várias referências capilares, diferentes belezas e uma boa melodia.
 
Quais seus rituais de beleza? Você tem alguma dica sua?
Não tenho tantos rituais de beleza porque, como disse, tenho aprendido a ser mais feminina, aprendido a gostar de cuidar mais da beleza, é um processo (risos). Fora isso, acredito muito que a aparência externa reflete nosso estado de espírito. Sendo assim, é preciso estar bem intimamente. Tendo mente sã e boas energias inevitavelmente a gente floresce com uma aparência saudável e naturalmente bonita.
 
O que você não abre quando o assunto são seus cabelos? Principalmente sendo residente de nossa bela cidade tropical úmida?
Não abro mão do óleo do Marrocos pra finalizar e dar brilhos aos meus cachos. Lavo duas vezes por semana a raiz dos cabelos com shampoo anti resíduos, porque tenho a raiz muito oleosa e as pontas secas.
 
Falando um pouco da carreira, como estão as emoções com seu primeiro EP?
Fiquei bem surpresa com a repercussão e receptividade. Foi um trabalho feito com poucos recursos, demandou tempo pra finalizá-lo, mas tudo foi necessário para que ele tivesse a honestidade suficiente para cativar o público. Estamos muito felizes, eu, o diretor Dan Bordallo, a banda e os apoiadores Ná Music, Funtelpa e Blog Som do Norte.
 
Depois de bastante tempo cantando seus ídolos, hoje você canta sua própria voz. Como se deu isso? Se representar é mais difícil? 
Eu componho desde os 11 anos de idade, sou autodidata no violão, mas guardava minhas canções para um publico restrito: amigos e familiares. Sempre fui muito estimulada a expor meu trabalho, mas não tinha maturidade e a confiança necessárias para isso. Fui acumulando composições. Depois do nascimento da minha filha Lis vi que a intérprete Liége precisava dar uma chance para Liège compositora. Interpretar é muito difícil, talvez até mais difícil do que interpretar suas próprias composições, na minha opinião. Normalmente as pessoas têm referências e apego com determinadas interpretações já existentes. Mas cantar coisas suas, é dividir sua intimidade, sua verdade e as pessoas recebem ou não, se identificam ou não; elas conhecem algo totalmente novo e quando gostam é muito gratificante!
 
Em poucas palavras, como você descreveria sua obra?
Eu conto histórias cantando. Minhas composições misturam uma boa história, sentimento ou crítica à liberdade melódica de misturar ritmos diversos como pop rock, carimbó entre outros. Não gosto de rótulos e definições. Se me perguntar em que estilo se enquadra o tipo de som que eu faço, tenho dificuldade de dizer. Acho que a definição que mais se aproxima da minha obra é que ela é uma MPB contemporânea. Mas deixo essa definição pro meu público! É só me ouvir e definir como quiser! (risos)
 
 
Confira AQUI o trabalho da artista.
 
A música “Cabelo” já é nossa preferida, dá uma olhada AQUI
 
FICHA TÉCNICA: 
 
Fotografia: Tereza e Aryanne Fotografia: https://www.facebook.com/terezaearyanne/
 
Maquiagem e cabelo: Herisson Lopes
 
Stylist: Vinny Araújo
 
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